Notícia lida na Folha Online de ontem diz que “Carros novos de passeio e de passageiros terão de sair das fábricas emitindo 33% menos poluentes, em média, a partir de janeiro de 2013 (1), no caso dos veículos movidos a diesel (caso dos utilitários, como Picape S10 e Ford Ranger), ou de janeiro de 2014, no caso dos que são movidos a gasolina e álcool...”
Quando digo que tudo está sendo tratado de forma completamente equivocada, não é à toa. O cigarro está sendo o “bode expiatório” para desviar a atenção do grande agente poluidor e causador de câncer de pulmão e outras doenças que nos assolam. No entanto é o motor a explosão (2) é que teria que ser proibido de circular.
Falando assim parece uma “porralouquice”. Mas a verdade é que, apesar de ser praticamente impossível – pelo fato de toda a sociedade humana ter-se estabelecido em função deste tipo de tração – seria o ideal. Pelo menos, e de imediato, para o transporte individual. A verdade é que toda a frota teria que ser substituída pela tração elétrica o mais rápido possível.
A notícia transcrita nesta postagem mostra apenas a ponta do iceberg. Uma lei branda e prazos de uma elasticidade colossal; como todas as medidas que estão a ser tomadas em outros países. Isto porque, tal e qual o Dr. Frankenstein, criamos o monstro e não sabemos como eliminá-lo. Ou até pior, teem muitos que não querem eliminá-lo.
Enquanto isso, a calota do polo norte se desintegra, a camada de ozônio encolhe assustadoramente e outros tantos fenômenos se sucedem, mostrando que as condições de vida estão diminuindo a cada dia para a humanidade neste planeta, como consequência da "Síndrome de Henry Ford" (3).
Ou será tudo culpa do cigarro?
(1) Medidas do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).
(2) O motor a explosão é o maior emissor de gases poluentes mortais.
(3) A “Síndrome de Henry Ford” é um comportamento estimulado pelo capitalismo, visando o individualismo e estimulando o consumo exagerado de transportes particulares em detrimento do coletivo, que surgiu a partir de Henry Ford, um criminoso de massas. Suas idéias de produção de veículos em série matou milhões de indivíduos, sendo a única pessoa ou entidade que superou a “santa madre igreja romana” em número de vítimas ao longo da história. E mesmo após a sua morte, aos 83 anos, em 1947.
Quando digo que tudo está sendo tratado de forma completamente equivocada, não é à toa. O cigarro está sendo o “bode expiatório” para desviar a atenção do grande agente poluidor e causador de câncer de pulmão e outras doenças que nos assolam. No entanto é o motor a explosão (2) é que teria que ser proibido de circular.
Falando assim parece uma “porralouquice”. Mas a verdade é que, apesar de ser praticamente impossível – pelo fato de toda a sociedade humana ter-se estabelecido em função deste tipo de tração – seria o ideal. Pelo menos, e de imediato, para o transporte individual. A verdade é que toda a frota teria que ser substituída pela tração elétrica o mais rápido possível.
A notícia transcrita nesta postagem mostra apenas a ponta do iceberg. Uma lei branda e prazos de uma elasticidade colossal; como todas as medidas que estão a ser tomadas em outros países. Isto porque, tal e qual o Dr. Frankenstein, criamos o monstro e não sabemos como eliminá-lo. Ou até pior, teem muitos que não querem eliminá-lo.
Enquanto isso, a calota do polo norte se desintegra, a camada de ozônio encolhe assustadoramente e outros tantos fenômenos se sucedem, mostrando que as condições de vida estão diminuindo a cada dia para a humanidade neste planeta, como consequência da "Síndrome de Henry Ford" (3).
Ou será tudo culpa do cigarro?
(1) Medidas do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).
(2) O motor a explosão é o maior emissor de gases poluentes mortais.
(3) A “Síndrome de Henry Ford” é um comportamento estimulado pelo capitalismo, visando o individualismo e estimulando o consumo exagerado de transportes particulares em detrimento do coletivo, que surgiu a partir de Henry Ford, um criminoso de massas. Suas idéias de produção de veículos em série matou milhões de indivíduos, sendo a única pessoa ou entidade que superou a “santa madre igreja romana” em número de vítimas ao longo da história. E mesmo após a sua morte, aos 83 anos, em 1947.
