domingo, 6 de abril de 2014

Risatas de domingo!


Com uma boa dose de humor, o governo russo acusou Washington de "dar chilique" em sua reação à anexação da Crimeia pela Rússia e sugeriu que as autoridades estadunidenses "façam ioga" para relaxar.
  
“Claramente, a liderança dos Estados Unidos está realmente aborrecida e não consegue aceitar uma nova situação que surgiu em parte devido à posição adotada deliberadamente pelos EUA e por seus parceiros na Europa de preparar forças anti-Rússia para tomar o poder na Ucrânia”, disse o vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, em uma entrevista.
  
"Ao tentar demostrar o quão insatisfeito está com o exercício de livre arbítrio realizado pela população da Crimeia e com as decisões que tomamos em relação a isso, Washington está arruinando contatos até mesmo nos lugares em que o dálogo é de seu interesse", afirmou. 
  
Relembrando, a Crimeia aprovou a sua anexação à Rússia em um referendo realizado no dia 16 de março. O movimento foi estimulado pelo governo russo após protestos populares derrubarem o governo pró-Rússia de Viktor Yanukovich na Ucrânia.
  
Em reação, EUA e União Europeia adotaram uma série de sanções contra autoridades e empresas ucranianas e russas. 
  
"A situação vira piada quando, por exemplo, reuniões entre meteorologistas são canceladas", afirmou  Ryabkov.
  
"O que podemos aconselhar a nossos colegas estadunidensas? Eles deveriam respirar mais ar fresco, fazer ioga, comer comidas saudáveis, talvez assistir a séries na TV. É melhor do que se estressar e estressar os outros quando eles sabem muito bem que o trem já partiu e que chilique infantil, lágrimas e histeria não vão ajudar nada.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Mentiras e verdades sobre a Venezuela



O que está em curso na Venezuela é o chamado “golpe em câmera lenta”, que consiste em debilitar gradualmente o governo até gerar as condições para o assalto direto ao poder. O atual líder oposicionista, Leopoldo López, não esconde esse objetivo, ao pregar aos seus partidários que permaneçam nas ruas até o que ele chama de “La Salida”, ou seja, a derrubada do governo. O roteiro golpista, elaborado com a participação de agentes dos Estados Unidos, combina as manifestações pacíficas com atos violentos, como a destruição de patrimônio público, bloqueio de ruas e atentados à vida de militantes chavistas. A mídia venezuelana e internacional tem um papel de destaque nesse plano, ao difundir uma versão distorcida dos fatos. A aposta da direita é tornar o país ingovernável. Trata-se de criar uma situação de caos até o ponto em que se possa dizer que o país está “à beira da guerra civil” e pedir uma intervenção militar de estrangeiros. Outro tópico desse plano é a tentativa de atrair uma parcela das Forças Armadas para a via golpista. Mas isso, até agora, tem se mostrado difícil.

Mentira: A Venezuela é um regime autoritário, que impõe sua vontade sobre os cidadãos e reprime as manifestações opositoras.
Verdade: Existe ampla liberdade política no país, que é regido por uma Constituição democrática, elaborada por uma assembleia livremente eleita e aprovada em plebiscito. Nos 15 anos desde a chegada de Hugo Chávez à presidência, já se realizaram 19 consultas à população – entre eleições, referendos e plebiscitos – e o chavismo saiu vitorioso em 18 delas. Foram eleições limpas e transparentes, aprovadas por observadores estrangeiros das mais diferentes tendências políticas, inclusive de direita. O ex-presidente estadunidense Jimmy Carter, que monitorou uma dessas eleições, declarou que o sistema de votação venezuelano é “dos melhores do mundo”. Esse mesmo sistema eleitoral viabilizou a conquista de inúmeros governos estaduais e prefeituras pela oposição. Há no país plena liberdade de expressão.
  
Mentira: Quem está protestando contra o governo é porque “não aguenta mais” os problemas do país.
Verdade: A tentativa golpista, na qual se inserem as manifestações da direita, reflete o desespero da parcela mais extremista da oposição, que não se conforma com o resultado das eleições de 2013. Esse setor desistiu de esperar pelas próximas eleições presidenciais, em 2019, ou mesmo pelas próximas eleições legislativas, em 2016, ou ainda pela chance de convocar um referendo sobre o mandato do presidente Nicolás Maduro, no mesmo ano. Essas são as regras estabelecidas pela Constituição – qualquer coisa diferente disso é golpe de Estado. A direita esperava que, com a morte de Chávez, o processo de transformações sociais conhecido como Revolução Bolivariana, impulsionado pela sua liderança, entrasse em declínio. Apostava também na divisão das fileiras chavistas, abrindo caminho para seus inimigos. A vitória de Maduro – o candidato indicado por Chávez – nas eleições de abril de 2013, ainda que por margem pequena, frustrou essa expectativa. Uma última cartada da oposição foi lançada nas eleições municipais de dezembro do ano passado. Seu líder, Henrique Capriles (duas vezes derrotado em eleições presidenciais), disse que elas significariam um “plebiscito” sobre a aprovação popular do governo federal. Mas os votos nos candidatos chavistas superaram os dos opositores em mais de 10%, e o governo ganhou em quase 75% dos municípios. Na época, a economia do país já apresentava os problemas que agora servem de pretexto para os protestos, e ainda assim a maioria dos venezuelanos manifestou sua confiança no governo de Maduro. Diante disso, um setor expressivo da oposição resolveu apelar para o caminho golpista.
  
Mentira: O governo está usando violência para reprimir os protestos.
Verdade: Nenhuma manifestação foi reprimida. O único confronto entre policiais e opositores ocorreu no dia 17 de fevereiro, quando, ao final de um protesto, grupos de choque da direita atacaram edifícios públicos no centro de Caracas, incendiando a sede da Procuradoria- Geral da República e ferindo dezenas de pessoas. Nestas últimas semanas, as ações violentas da oposição teem se mul tiplicado pelo país. A casa do governador (chavista) do Estado de Táchira foi invadida e depredada. Caminhões oficiais e postos de abastecimento têm sido destruídos. Recentemente, duas pessoas, que transitavam de motocicleta, morreram devido aos fios de arame farpado que opositores estendem a fim de bloquear as ruas.
 
Mentira: O governo controla a mídia.
Verdade: Cerca de 80% dos meios de comunicação pertencem a empresas privadas, quase todas de orientação opositora. Mas o governo recebe o apoio das emissoras estatais e também de centenas de rádios e TVs comunitárias, ligadas aos movimentos sociais e às organizações de esquerda. Isso garante a pluralidade política e ideológica na mídia venezuelana – algo que, infelizmente, não existe no Brasil, onde a direita controla quase totalmente os meios de comunicação.
  
Mentira: Os Estados Unidos acompanham a situação à distância, preocupados com os direitos humanos e os valores democráticos, para que não sejam violados.
Verdade: Desde a primeira posse de Chávez, em 1999, o governo estadunidense tem se esforçado para derrubar o governo venezuelano e devolver o poder aos políticos de direita. Está amplamente comprovado o envolvimento dos Estados Unidos no golpe de 2002, quando Chávez foi deposto por uma aliança entre empresários, setores militares e emissoras de televisão. Desde então, a oposição tem recebido dinheiro e orientação de Washington.
  
Mentira: Os problemas no abastecimento transformaram a vida cotidiana num inferno.
Verdade: Existe, de fato, a falta constante de certos bens de consumo, como roupas, produtos de higiene e limpeza e peças para automóveis, mas o acesso aos produtos essenciais (principalmente alimentos e medicamentos) está garantido para o conjunto da população. Isso ocorre graças à existência de uma rede de 23 mil pontos de venda estatais, espalhados por todo o país, sobretudo nos bairros pobres. Lá, os preços são pelo menos 50% menores do que os valores de mercado, devido aos subsídios oficiais. É importante ressaltar que o principal motivo da escassez não é nem a inexistência de dinheiro para realizar importações nem a incapacidade do governo na distribuição dos produtos. Grande parte das mercadorias em falta são contrabandeadas para a Colômbia por meio de uma rede clandestina à qual estão ligados empresários de oposição.
  
Mentira: A atual onda de protestos é protagonizada pela juventude, que está em rebelião contra o governo.
Verdade: Os jovens que participam dos protestos pertencem, na sua quase totalidade, a famílias das classes alta e média alta, que constituem a quarta parte da população. Isso pode facilmente ser constatado pela imagem dos estudantes que aparecem na mídia. São, quase todos, brancos – grupo étnico que não ultrapassa 20% da população venezuelana, cuja marca é a mistura racial. E não é por acaso que os redutos dos jovens oposicionistas sejam as faculdades particulares e as universidades públicas de elite. Os jovens opositores são minoria. Do contrário, como se explica que o chavismo ganhe as eleições em um país onde 60% da população têm menos de 30 anos? Uma pesquisa recente, com base em 10 mil entrevistas com jovens entre 14 e 29 anos, revelou que 61% deles consideram o socialismo como a melhor forma de organização da sociedade, contra 13% que preferem o capitalismo.
  
Mentira: A insegurança pública está cada vez pior.
Verdade: A Venezuela enfrenta altos níveis de criminalidade, assim como outros países latinoamericanos, inclusive o Brasil. Esse tema é uma das prioridades do governo Maduro, que chegou a mobilizar tropas do Exército no policiamento de certas áreas urbanas, com bons resultados. A melhoria da segurança pública foi justamente o tema do diálogo entre o governo e a oposição, iniciado no final do ano passado, por iniciativa do presidente. O próprio Chávez, em seu último mandato, criou a Polícia Nacional Bolivariana, a fim de compensar as deficiências do aparato de segurança tradicional, famoso pela corrupção. Outra estratégia é o diálogo com as “gangues” juvenis a fim de afastá-las do narcotráfico e atraí-las para atividades úteis, como o trabalho na comunidade e a produção cultural. A grande diferença entre a Venezuela e o Brasil, nesse ponto, é que lá o combate à criminalidade ocorre num marco de respeito aos direitos humanos. A política de segurança pública venezuelana descarta o extermínio de jovens nas regiões pobres, como ocorre no Brasil.

domingo, 30 de março de 2014

Pensatas de domingo e a crise mundial do capital



A atual crise capitalista mundial estourou em meados de 2007, quando se declarou a quebra de importantes fundos de investimento aplicados na especulação com ativos imobiliários. Foi o que arrastou Wall Street a uma tremenda queda das cotizações dos valores negociados na principal bolsa de valores do mundo. E alcançou seu apogeu em 15 de setembro do ano seguinte quando foi declarada a bancarrota de um dos maiores bancos de investimento estadunidense– o Lehman Brothers. E era apenas  a ponta do iceberg. O que estava posto então era a situação de emergência do sistema financeiro internacional, à beira de uma quebra generalizada. O establishment  mundial se debateu entre uma extensa nacionalização do sistema bancário para tentar manter em pé a atividade econômica semiparalisada ou seu resgate formal mediante uma injeção colossal de dinheiro e subsídios que evitasse um colapso terminal.

O montante de recursos utilizados para este fim se estima na magnitude equivalente à totalidade de produção anual dos EUA, da ordem de 15 trilhões de dólares, uma quarta parte aproximadamente do produto bruto mundial, uma quantidade sem precedentes na história do capitalismo.

A eclosão da crise financeira foi seguida por uma depressão econômica de alcances igualmente planetários. As economias mais desenvolvidas registraram uma queda superior a 3% em 2009, depois da estagnação durante o ano anterior. Nos primeiros meses da crise o estouro dos mercados de ações e a produção industrial alcançavam registros superiores aos alcançados na pior crise da eco­nomia capitalista até então, a de 1929. Diferente daquela, contudo, os analistas consideraram, praticamente por unanimidade, que o curso subsequente do des­moronamento (que na década de 30 se prolongou como um ladeirão abaixo por amos e anos) desta vez seria limitado por um massivo resgate financeiro que havia sido evitado setenta anos atrás. De fato, no fim de 2009, era declarado oficialmente o fim da recessão.

Porem, os dados que mostraram para provar que a marcha para o abismo havia sido detida, e, inclusive, revertida, eram enganosos. A situação de falência dos ban­cos foi dissimulada por manipulações do que se chama “contabilidade criativa” para superestimar o valor de ativos desvalorizados. Os indicadores da atividade econômica se encontravam também distorcidos, do mesmo modo que os lucros das empresas que se apresentavam nas contas nacionais. As cifras da economia real, tais como o nível de emprego, o volume de crédito ou investimento – para citar as mais significativas – mostravam para quem quisesse ver que não se re­cuperaram mesmo do solavanco.

A suposta recuperação da recessão a partir da segunda metade do ano de 2009 repousava no relançamento de uma atividade especulativa enorme que, sobretudo, reproduzira o mesmo mecanismo que havia conduzido ao colapso da chamada “bolha” imobiliária de 2007, quando os preços das moradias come­çaram a baixar, as taxas de juros a subir e os devedores privados ingressaram em massa na fila de suspensão de pagamentos de suas hipotecas, arras­tando assim os fundos a galope, montados nestas últimas. Foi uma bola de neve que varreu tudo a seu redor, liquidando um negócio fictício que se apoiava em uma hipertrofia do endividamento para sustentar a superprodução de edifícios e urbanizações. 

Não para resgatar as vitimas, mas os deus algozes: os bancos e companhias financeiras golpeadas pelo vendaval. A partir de 2008 se inflou, então, um novo endividamento, ainda que, desta vez às custas das finanças públicas e, também, em uma dimensão homérica. Seu estouro foi mais rápido ainda e é o terreno em que se desenvolve a crise agora, decretando a quebra das economias de países e regiões inteiras. O caso mais notório foi da Grécia (mas também da Islândia, Irlanda e, antes, os países bálticos) que, há mais de um ano, se desenvolve penosamente como a crônica de um “default” anunciado.

O default “nacional” é o terreno emblemático da nova fase da crise que afeta as elos mais débeis da cadeia da economia globalizada, um fenômeno que domina as vicissitudes da crise na atualidade urbi et orbe.

Uma análise oportuna sobre este tema indica que, a sus­pensão de pagamentos da dívida dos Estados Unidos é um fato que se evidencia desde muito tempo atrás. O que acontece é que a administração estadunidense tem deixado de pagar sua dívida pública faz bastante tempo, o que se oculta pelo fato de que, se limita a renová-la, com mais dívida, incrementando assim explosivamente seu valor. A causa principal deste crescimento é a acumulação de juros que se paga com a emissão de divida nova. A taxa de crescimento da dívida supera o PIB.

Seu valor nominal, sempre crescente, dissimula uma estrepitosa queda de seu valor real, que não é outra coisa senão uma expressão da desvalorização do dólar. A dívida pública ianque vale, em termos de ouro, 12% do que valia em 2005. Isto quando a dívida pública federal cresceu vertiginosamente nos últimos anos até alcançar 14 trilhões de dólares, e quando o déficit fiscal do exercício de 2011 supera 10% deste produto.

 

domingo, 23 de março de 2014

Pensatas de domingo, a mídia burguesa e a “nova” Guerra Fria


Duas crises internacionais chamam a atenção quanto ao posicionamento da grande mídia atrelada ao imperialismo: a da Ucrânia/Crimeia e a da Venezuela.
Em ambas, as posturas são completamente parciais e fascistas!
  
No primeiro caso, desde o início é completamente ignorada a liderança da revolta na Ucrânia a grupos neo-nazistas, aliados aos interesses da União Europeia e dos estadunidenses. Neste caso, ficam implícitas, tanto a postura de Angela Merckel quanto a de Obama; enquanto esta imprensa fascistóide e parcial insiste em comparar atitudes de Putin às de Hitler...
Não defendo o presidente russo, mas acho apenas que se trata de um indubitavelmente exímio e corajoso estrategista. Mas quem assiste à TV ou lê os jornais da grande mídia burguesa ocidental e não avalia de forma isenta a questão nem conclui desta forma.
Será que num momento assim não se lembram que, sob argumentos semelhantes aos russos, os EUA estabeleceram um complexo e longo boicote a Cuba (durante décadas), ou invadiram “ene” ilhotas do Caribe.; que criaram um país, o Panamá –extraindo um pedaço da Colômbia– somente para construir o estratégico canal do mesmo nome, ou, em qualquer das Banana Republics da América Central os mariners desembarcavam à vontade em defesa da Doutrina Monroe?
Afinal, do ponto de vista burguês, a Ucrânia tambem está ou não está numa área de influência geopolítica russa?
Cheguei a ouvir uma locutora da GloboNews comentar que os Estados Unidos e os países da OTAN teem sido de grande bom senso ao não usar a força (militar), no caso da crise na Crimeia. Baseada em quê?, pergunto eu!
O que fica claramente definido nesta questão é que a burguesia russa se opõe à estadunidense quanto ao fato de sua hegemonia ditatorial sobre o mundo inteiro, ao exigir a “parte que lhe toca neste latifúndio” global... A estranheza em tudo isto, é que é o único país a reivindicar isto, já que os demais são apenas satélites dos EUA.
É a volta da Guerra Fria, sob novas diretrizes, mas, em essência, envolvendo “os mesmos” de outrora.
E a grande mídia, uníssono, faz um coro a favor do imperialismo ianque e seu presidente “negro de alma branquissima”;  contrariamente a Putin, um péssimo estrategista. Bem, não é à toa que xadrez sempre foi muito jogado na Rússia!

E a Venezuela?
Ali, a grande mídia burguesa tambem exerce um papel de “propaganda” política ostensiva, desta feita em campo “ocidental-cristão”, sob a égide da “democracia” contra o “totalitarismo comunista” que ameaça o “pobre país sulamericano”!
Neste caso, esconde-se a massissa participação estadunidense, criando-se a imagem de uma oposição interna pretensamente independente, pretensamente popular, mas, na realidade totalmente dependente dos EUA e da CIA e formada pela oligarquia local, retrógrada e reacionária, em que o povo não tem vez... A não ser os incautos, influenciados pela imprensa financiada pela aristocracia nacional, claro que acobertadas pelos ianques.
O Chavismo sem Chavez perdeu força e substância. E, na verdade, Maduro é um quadro fraco e inconsistente, sem carisma e frágil; portanto, um alvo perfeito às pretensões do imperialismo ianque, em sua “zona de influência” geográfica.
Dependente de importações, a Venezuela encontra-se sem produtos básicos nas prateleiras de seus supermercados. Faltam papel higiênico, produtos de limpeza e uma infinidade de outros indispensáveis ao dia a dia da população. E alem disso,é escasso o papel jornal, por exemplo. Tudo, resultado de uma engenhosa articulação das multinacionais em conluio com as classes dominantes venezuelanas.
Desde início de fevereiro, há lutas nas ruas de Caracas e outras importantes cidades venezuelanas... Lutas estas, que, embora omitidas pela grande mídia são contra, mas tambem a favor do governo bolivariano. Basta ver as lideranças oposicionistas, como se vestem, como falam, para classificar a que classes sociais pertencem! A oligarquia local, visivelmente as encabeça...
Como no caso da Ucrânia, mas em proporções diametralmente opostas, a burguesia ianque estende seus tentáculos em sua região de domínio direto.
Mais uma vez, é a volta da Guerra Fria, sob novas diretrizes, mas, em essência, envolvendo “os mesmos” de outrora.