Sob o trauma da tragédia que abalou o Rio, o Brasil e, claro
o mundo, na medida em que o patrimônio do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista
representava um dos maiores acervos culturais e artísticos da humanidade,
lembrei-me do quanto, pessoalmente fui atingido por isto...
Não sei quantas vezes fui ao museu em minha vida. Porem,
posso assegurar seguramente que, pelo menos umas 15 vezes. Pra começo de
conversa, em minha adolescência acompanhava os primos e primas que vinham ao
Rio e se hospedavam lá em casa; a dos meus pais, claro. Depois que meu filho
nasceu, garanto que umas cinco vezes.
Fundação Serraves - Porto - Portugal |
Quer dizer: o “Museu da Quinta” faz parte da minha vida, e
jamais fui a outro tantas vezes. Por exemplo, quando morei no Porto (Portugal)
fui à Fundação Serralves umas oito vezes, mas sempre para visitar à exposição
de algum artista ou assistir um grupo de jazz tocar deliciosamente ao ar livre
em tardes de primavera.
Juro que gostaria de ter ido mais de uma vez ao Louvre, ao
Prado ou ao British Museum, mas, viagens internacionais são sempre um
corre-corre miserável, certo? Por isso mesmo, após todas essas notícias de
ontem para cá, fiz questão de encerrar este fato com um papo pessoal. O resto
são lágrimas!
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