domingo, 6 de junho de 2010

Pensatas dominicais

Gosto desta época do ano no Rio de Janeiro. É frio para muitos, basta olhar as roupas em torno, mas para mim é muito agradável o frio dos trópicos, um friozinho mais para o frescor, uma temperatura que transforma o Rio de Janeiro num “Jardim do Éden”. Agora mesmo, são seis e dezoito da matina. Aqui ao meu lado começa a clarear, pássaros voam animados. E por isso mesmo vou tomar um café quente... Com a gata a se enroscar entre as minhas pernas... Dura esta vida!

Eu não aguento mais falar de futebol... E olha que a Copa ainda nem começou... Mas como dizia Nelson Rodrigues: “o futebol é a pátria de chuteiras”. Afinal, durante o evento ninguem escapa, tal a massificação da mídia e o tumulto causado pelos festejos que transformam o país num grande carnaval; ou dependendo, numa grande quarta feira de cinzas!

E por falar em “pátria”, a caipirinha já é reconhecida um clássico e igualada a muitos outros da coquetelaria mundial, como os famosos Dry Martini, Sidecar, Cosmopolitan, Singapore Sling, Piña Colada, Mojito, Cuba Libre...
Uma simples combinação de limão, açúcar, cachaça e gelo. E foi exatamente esta simplicidade (e uma dose de rusticidade) que atraiu muitos bartenders do mundo inteiro a se aventurarem primeiramente no preparo de uma caipirinha, e depois ao uso da cachaça como ingrediente, hoje, base até para outros coquetéis.
"E mais uma vez o mundo se curva perante o Brasil!"

Agora falando sério: Israel cometeu mais um ato terrorista. Só que alguns reclamam de forma por vezes e aparentemente “severas”, mas, no fundo no fundo a pizza rola bunitim! E não quero estragar o meu domingo com isto. Não vai dar em nada, nem os nazi-sionistas vão rever suas posições de extermínio em massa dos palestinos. Eles lá é que cheguem ou “nos façam chegar” às conclusões desejadas...

8 comentários:

Stela B. de Almeida disse...

De caipiroska à cenas do terrorismo, relativismo cultural? Bom dia, Jonga, aqui tem passarinho voando, muito sol, amigos ligando chamando para praia,estou de ressaca gripal, resta ler a Folha, A Tarde, JB e os Blogs além de Matrix. Ontem assisti a trilogia, hoje a thurma do ciberespaço aparece para os comentários, in loco. Quando assistir me fale. Abração.

Jonga Olivieri disse...

Gente que saudade das praias da nossa Bahia!
Tambem estou de ressaca gripal... Uma danada duma ressaca gripal.
Sei não, mas tive um problema pessoal com "Matrix" quando de seu lançamento. Um certo deslumbramento de seus espectadores me proporcionou esta manifestação meio que alérgica. mas hoje reformulei e quero assistir. Claro que o priemiro antes!
Já "Avatar"... Talvez naum tenha jeito!

Ieda Schimidt disse...

A caipirinha é um fenômeno mais importante que o nosso churrasco ou mesmo a feijoada. Até por ser alcoolico.
Mas o mais importante em tua postagem de hoje é o toque que dá no Estado de Israel e que bem designa de 'Nazi-Sionista', pois isto é o que são hoje em dia, masi do que nunca, pois desde que chegaram em terras palestinas o comportamento tem sido inegavelmente fascista mesmo.
Quanto ao futebol, deixa pra lá...

Jonga Olivieri disse...

Gostei do "nosso churrasco", gaúcha.
Mas concordo com você que a questão do cerco e massacre aos palestinos é o principal tema destas pensatas.

Anônimo disse...

O que acontece na Palestina é massacre mesmo. E fascismo de fato! O resto. Bom, o resto é futebol!
Tomáz

Jonga Olivieri disse...

Sim Tomáz... O resto é futebol. E depois "eleições".
Daí, 2010 acaba! Tem-se que pensar no ano que vem.

André Setaro disse...

Sou um compulsivo bebedor de cerveja, embora aprecie um bom vinho, algumas doses de 'scotch', entre outros 'drinks'. Antigamente, quando rapaz, bebia Cuba Libre e Gim Tônica. Existem a caipirinha (com cachaça) e a caipiroska (com vodka). Gosto de tomar uma caipinha antes de 'entornar' os litros de cerveja. Ela é, por assim dizer, o prelúdio, o 'introito'. Mas tomá-las em quantidade leva a um porre danado! O conhaque também é muito bem-vindo, mas como 'introito'.

Jonga Olivieri disse...

Uma vez tomei um porre de batidinhas... Foi (tinha que ser) em São Paulo, quando morei lá em 1969/70 na casa de tio Fernando.
Cara, fui parar no "Mestre das Batidas" na Clodomiro Amazonas (itaim Bibi), após sair com amigos e amigas do Pinheiros, não muito longe dali.
O problema é que o diabo da batida era boa demais, levinha e vc não sentia subir. Isto acompanhado de uma linguiça no álcool, cortadinha fininha e acompanhada de cebolas e tomates cortados em cima*...
Bom, sai carregado.

(*) Já postei um artigo neste blogue sobre este bar. O melhor é que circa de 15 anos depois, voltei lá com um casal amigo e a "casa" continuava tão boa quanto naquela época.