Domingo é um bom dia pra rir um pouco. Por isto vou postar algumas piadinhas que vão nos fazer desopilar o fígado!
Comecemos fazendo uma homenagem a Carlos Estevão (1) e suas “Perguntas inocentes”.
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Esta parece um papo escatológico. E na verdade o é. No entanto, pelo menos é curtinho... e grosso. Foi-me contado por um amigo do ginásio, que dizia que todas as vezes que acabava um namoro, tinha uma forma muito boa de levar a “ex” para o seu lugar definitivo: o esquecimento.
Era bem simples. Imaginava ela dando uma cagada daquelas, com prisão de ventre, em que a coitada toda torcidinha, mordia os lábios, com os olhos a ponto de saltarem para fora do rosto. No dia seguinte, estava enojado. Nem queria pensar na pobre criatura!
Também...
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Tem aquela do sujeito visivelmente mal humorado.
Chega o amigo perto dele e pergunta:
– Pô, Fulano, você está tão mal. Qual o problema?
O Fulano olha para ele e responde amargurado:
– É, Beltrano – pára, suspira fundo, e continua exclamando – Minha mulher me deixou milionário e separou-se!
– Mas, cara, tá se queixando de que... afinal?!
Fulano respira fundo, uma lágrima se lhe escorre dos olhos e retruca:
– Eu antes era bilionário...
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Um sujeito viajando de madrugada numa estrada deserta. Não via nada por alguns quilômetros, quando enxerga uma luz muito forte.
Vai se aproximando e vê que contra a luz intensa havia uma silhueta intrigante. Uma cabeça enorme, braços maiores ainda, até o chão. Sem dúvida, pensou c’os seus botões, era um E.T.
Pára o carro. Aproxima-se lentamente da silhueta e fala alto e pausadamente:
– José da Silva, comerciário, carioca, brasileiro, habitante do planeta Terra... fazendo contato.
Um certo tempo de silêncio e veio a resposta:
– Severino da Cruz, motorista, cearense, habitante do planeta Terra... fazendo cocô.
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E tem aquela do indivíduo que morreu e foi parar no inferno.
Chegando lá o diabão chefe disse:
Olha, inferno aqui é por país. Você pode escolher o que quiser, mas, detalhe, depois de escolhido vai ficar nele para todo o sempre. E soltou aquela risada cavernosa que só diabos têm.
Dito isto, o indivíduo pôs-se a correr os países. O primeiro foi a França. Chegando lá, encontra uma bichona (ex-cabeleireiro) que lhe explica:
– Aqui, a rotina é a seguinte: 10 horras do dia no fooorno! Abriu uma porta e aquela malta berrando e ardendo nas chamas. Continuou: Depois, meu beeem, tem mais dez horrras de frrigorrífico. Daí abriu uma porta e vários caras tremendo de frio, nus em pêlo. Um verdadeiro inferno!
– E aí, restam quatro horas! É pra descansar? Perguntou o indivíduo.
– Mais ou menos. Falou a bichona frrancessa. Tá vendo aquele carra forrte ali do lado? Ele dá porrrada nas duas horras que faltóm!
O indivíduo agradeceu e se mandou.
Correu vários infernos e a coisa era mais ou menos a mesma coisa com um sotaque diferente. Finalmente deparou-se com uma fila quilométrica. Curioso perguntou ao infeliz que estava ali na fila, que prontamente lhe respondeu:
– Este é o inferno brasileiro... um paraíso... O indivíduo olhou espantado para o ex-infeliz, que prosseguiu: ...O forno está sem carvão, e nem se fala em verba para isso há cerca de dois anos. O frigorífico quebrou no ano passado, mas não se sabe quando nem como será consertado. E quanto ao grandalhão da porrada. Bom... ele é funcionário público... chega, bate o ponto, deixa um casaquinho pendurado na cadeira e só volta no dia seguinte no mesmo horário. Pelo menos é mais ou menos pontual.
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(1) Caricaturista famoso entre os anos 1940/70, Carlos Estevão (1921-1970) foi o criador do imortal personagem “Dr. Macarra”, alem de outras séries famosas como “As aparências enganam” ou “Perguntas inocentes”, publicadas na revista O Cruzeiro, muito embora tenha sido tambem colaborador do Diário da Noite e O Jornal, entre outros.