domingo, 18 de julho de 2010

Um bar chamado Redentor

Na semana passada, ao falar sobre o “velho Lucas”, citei aqui um bar de Belo Horizonte que tem, na minha modesta opinião, o melhor chope que eu conheço. Pois bem, vai aqui um pouco mais sobre o referido estabelecimento.
Fica na Savassi. Numa esquina com varanda aberta, “quase em frente ao mar” hehehe! Um sonho feito de sonhos... Um chope gelado. E a partir daí, Beagá se rendeu aos encantos do Redentor. Uma seleção de 11 tipos diferentes de chopes. O cardápio da bebida tem o seu diferencial na espuma. Quanto mais espuma, menos amador, até porque Amador é o nome dado ao chope sem colarinho. Daí, para ser um verdadeiro “chopeiro”, prepare-se para ficar com um cremosíssimo colarinho no copo.
A decoração interna do bar é toda feita como se fosse um boteco antigo da Lapa, no Rio de Janeiro.
Mas o Redentor tambem tem petiscos deliciosos, entre eles o jabazinho com mandioca, o jabá porta-bandeira feito com carne seca desfiada, a mexida com cebola e farinha, ou a maminha da Carol, assada com molho de chope claro e escuro. Mas tem tambem a famosa fornada de empada. Durante a noite saem duas ou três fornadas, a coisa se transforma em um evento, o garçom toca o sino avisando, e é bom você pedir, porque não sobra uma sequer pra contar a história. E são deliciosas, como vários sabores. A de camarão, por exemplo...
E sempre rola bossa nova, com a televisão exibindo clipes e shows com interpretes do gênero. A propósito, o endereço é Rua Fernandes Tourinho, 500, esquina com Sergipe, em plena Savassi e o funcionamento é das 11 da manhã até o último cliente.

7 comentários:

André Setaro disse...

Você é um especialista em bares da graciosa Beagá. E, pelo que tem escrito, está a proporcionar 'água na boca' aos infelizes leitores de seu blog que não moram nas circunvizinhanças de Belo Horizonte. Sou capaz de pegar um avião, descer nos Confins, programar um hotel, e ir, direto e lépido, ficar um dia a beber chopp no Redentor.

Tenha pena, e dó, dos soteropolitanos que não encontram chopp para se deliciar. Aqui, como você sabe, não existe uma cultura de chopp. Não existe chopp que preste.

André Setaro disse...

Preciso me redimir no "Redentor"

Stela B. de Almeida disse...

Cruzes! rs..rs...rs..
Clima de inverno hoje em Salvador e ainda sem ler os jornais do domingo encontro o chopp da Savassi. Essa hora da matina vou preferir o chá da Hediard, 1854, mas está tudo anotado na agenda para a próxima visita de lazer a Bêahá. E viva o chopp mesmo que prefira o mate gelado.

Jonga Olivieri disse...

É André, já em Beagá a cultura do chope (ou chopp, como queira) é, inversamente uma tradição.
Lembro nos 1980's, quando lá morei que havia o Alpino e outros, do mesmo grupo --que infelizmente hoje não existe mais-- em que havia esta bebida, cremosa como a do Redentor em nossos tempos.
Mas veja bem: tenho ido pouco a BH. E pode ser que haja chope tão bom ou melhor do que o deste bar.
Afinal, eles prezam um bom bar...

Jonga Olivieri disse...

Engraçado, mas a cultura do chá nunca me pegou.
Primeiro porque quando eu era criança, chá era tomado quando se esteva doente. Acho que ficou um trauma.
Mas, de vez em quando tomo algum sabor nesta variedade de aromas e marcas que existem por aí.
O fato é que ainda prefiro o café... a velha e nociva cafeína!

Ieda Schimidt disse...

Falastes mesmo neste Redentor. E me encheu de vontade de tomar um chopp lá somente por causa desta tua postagem!

Jonga Olivieri disse...

Então tchê! Monta no teu cavalo e vai!